A maternidade é uma dádiva, mas também uma grande responsabilidade. Afinal, educar filhos não é uma tarefa simples, exigindo sempre que os pais sejam fontes de exemplos. E santa Mônica, a qual celebramos no dia 27 de Agosto, procurou agir desta forma.
Nasceu no norte da África, no século IV, por volta de 332, e sempre foi cristã. Casou-se com Patrício, com quem estava prometida pela família, sendo ele um pagão de temperamento rude e infiel.
Com ele teve 3 filhos, dentre os quais Agostinho, seu primogênito que se tornaria santo. Sua vida foi muito sofrida devido aos maus procedimentos do marido, mas com muita oração e firmeza de caráter, conseguiu que seu marido abraçasse o cristianismo pouco antes dele falecer. Ela soube suportar as dores e desencontros sem revidar a hostilidade, apenas com oração e afeto.
Mônica fica feliz com a conversão do marido, mas faltava ganhar para Deus o filho mais velho, Agostinho, muito inteligente, ele estava em busca da verdade, mas entregue a uma vida de libertinagem.
Durante 17 anos, Mônica rezou … e chorou para que o filho despertasse para o cristianismo. Ele, aos 29 anos, deixa para trás seus ideais equivocados e começa, pouco a pouco, sua caminhada para o cristianismo, e Mônica não desiste e continua rezando.
Finalmente o filho rebelde entendeu os esforços da mãe e tornou-se cristão e um grande companheiro de Mônica, até a morte dela, aos 55 anos.
Mônica foi canonizada não por ter feito milagres, mas por ter ganho santo Agostinho para Deus. O Papa Alexandre III confirmou o culto a santa Mônica em 1153, quando a proclamou padroeira das mães cristãs.
Que santa Mônica inspire os pais a gerarem filhos para Deus!
José Renato Carneiro e Carneiro
Fonte:
- O livro dos Santos
- Ariadne C. Guimarães e Ana Lúcia Prôa
